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Descubra as tendências do varejo após a pandemia, segundo Patrícia Cotti!

28 de julho de 2021

Conheça os principais serviços e tecnologias que surgem como tendências do varejo e vão crescer após a vacina.

consumo local

Como todos já sabem, a pandemia trouxe muitos impactos dentro do mercado varejista, e isso vai se estender até quando a pandemia acabar. Então, assim como durante esse último ano o varejista precisou se adaptar, também será necessário entender como o mercado vai se comportar quando tudo voltar “ao normal”.

Durante uma entrevista, a diretora executiva do Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo e Mercado de Consumo (IBEVAR), Patrícia Cotti, disse que  “a evolução das empresas no mercado permite que sejam exploradas novas formas de facilitar a jornada de compra”, reforçando a ideia de que a transformação do mercado condiciona as marcas a se reinventarem para proporcionar uma entrega ainda mais completa ao consumidor.

Nessa mesma entrevista, Patrícia listou algumas tendências do mercado varejista pós-pandemia, confira:

Círculo de consumo local

Durante a pandemia houve uma crescente procura por lojas regionais, pequenas e de confiança. Isso ocorre muito por conta da comodidade, que acaba afetando a forma como o cliente se comporta, já que ninguém mais tem tempo e disposição para ir até os locais centrais para fazer suas compras. Essa tendência está cada vez mais em alta, e vem sendo reforçada com o aumento da procura por lojas autônomas e dentro de condomínios.

Interação remota

Como a população ficou muito tempo confinada dentro de casa, as interações remotas se tornaram cada vez mais comuns. Isso acaba fazendo que novos comportamentos surjam na forma de consumir produtos. Vejam o crescimento do comércio eletrônico, que acabou se tornando uma forte alternativa para as compras de forma remota, fomentadas pela quarentena.

cultivo horta caseira

Compartilhamento

Houve uma alta demanda do consumo colaborativo, reforçado por movimentos que visam trazer mais sustentabilidade. Iniciativas de transporte compartilhado e cultivo da própria comida, aumento das modalidades de aluguel e serviços de assinatura, são alguns exemplos desse cenário. Segundo Patrícia, o consumo colaborativo significa conveniência, inovação, moedas locais e virtuais, comunidade e também valores verdes.

DIY (Faça você mesmo)

Esse é um movimento que cresceu muito durante a pandemia, a partir do momento que pessoas e processos de produção acabam se misturando devido ao confinamento e restrições de compra. “Uma ampla variedade de bens, como roupas, calçados, joias, mobiliários, alimentação funcional, software (e até energia) começa a ser produzida em escalas menores e particulares”, diz Patricia.

Parceria

“Empresas precisam se unir para potencializar mercados e atender a um mesmo consumidor de maneira criativa, integrada e única”, avalia Patricia. Isso vem se consolidando principalmente pela ideia central do “Customer Centricity”, onde as marcas e empresas precisam se unir para conseguir atender a demanda do seu público em comum, criando uma rede mais forte e conectada.


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